Apesar da ordem de prisão do STF, blogueiro fascista Oswaldo Eustáquio vive clandestinamente no Brasil

Desde janeiro deste ano, o blogueiro fascista Oswaldo Eustáquio dispõe de um documento que autoriza a sua permanência provisória no Paraguai, tazão pela qual a Polícia Federal brasileira ainda não conseguiu cumprir a ordem de prisão contra ele assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.  Pior: o militante de extrema-direita ligado a Jair Bolsonaro…

Desde janeiro deste ano, o blogueiro fascista Oswaldo Eustáquio dispõe de um documento que autoriza a sua permanência provisória no Paraguai, tazão pela qual a Polícia Federal brasileira ainda não conseguiu cumprir a ordem de prisão contra ele assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. 

Pior: o militante de extrema-direita ligado a Jair Bolsonaro vem sempre ao Brasil, mesmo com as restrições, clandestinamente.

Isto foi o que ele mesmo afirmou ao site The Brazilian Report.

Incluído na lista vermelha de procurados pela Interpol, Eustáquio afirmou que vem sempre ao Brasil. E atravessa a fronteira com dinheiro em espécie, sem fazer qualquer tipo de declaração.

“Meu barbeiro está no Brasil. Visito regularmente minha família em Céu Azul [no Paraná] e já fui até aos jogos do Athletico Paranaense. Sempre como do lado brasileiro na fronteira”, afirmou Eustáquio na entrevista.

De acordo com o texto, o blogueiro chegou a sair de Pedro Juan Caballero, no Paraguai, e atravessar a fronteira para Ponta Porã (MS) com cerca de R$ 300 mil em dinheiro, escondidos em uma pasta do laptop. E não teria declarado a quantia à Receita Federal.

O ministro Alexandre de Moraes já determinou que a Polícia Federal inclua Oswaldo Eustáquio Filho na lista vermelha da Interpol. No Brasil, o blogueiro é investigado por participar em atos antidemocráticos. Ele tem ordem de prisão decretada desde dezembro do ano passado, contas bloqueadas, está foragido e usou o nome da filha de 15 anos para arrecadar dinheiro.

Ao mesmo tempo, o jornalista de extrema-direita conta com um documento, válido por um ano, que comprova o pedido de status de refugiado, assinado pela Comissão Nacional para Apátridas e Refugiados (Conare) do Paraguai em 10 de janeiro.

(Com informações do Metrópoles).

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