10 dos 62 mortos em acidente aéreo da VoePass ainda não foram identificados pelo IML

Instituto Médico Legal faz força-tarefa para identificar os corpos e devolvê-los às famílias

A força-tarefa do Instituto Médico Legal (IML) de São Paulo trabalhava nesta quarta-feira (14) na capital paulista para identificar os dez dos 62 mortos na última sexta-feira (9) no acidente aéreo com a Voepass em Vinhedo, interior do estado. Os reconhecimentos dos corpos ainda não têm prazo para terminar.

Segundo a Superintendência da Polícia Técnico-Científica, 52 vítimas tinham sido identificadas até terça-feira (13). Todos os 58 passageiros e quatro tripulantes morreram na queda do avião por politraumatismo, de acordo com os peritos.

Os nomes dos mortos identificados não foram divulgados pelo IML.

Familiares das vítimas identificadas já providenciaram os trâmites para as cerimônias de despedida delas em suas cidades. As identificações dos mortos foram feitas por reconhecimento de digitais e outros meios, como radiografias, exames odontológicos de arcadas dentárias, tatuagens etc.

O IML aguarda documentos pessoais das vítimas não identificadas para fazer a liberação desses corpos para seus parentes. Alguns dos corpos poderão passar por exames de DNA para serem identificados, segundo a perícia.

O voo 2283 da Voepass ia de Cascavel, no Paraná, para Guarulhos, na Grande São Paulo. Todas as pessoas que estavam nele morreram.

A Aeronáutica apura as causas da queda da aeronave que atingiu duas residências no Condomínio Recanto Florido, no bairro Capela. Não há registro de vítimas entre moradores ou de quem estava no solo.

A Polícia Federal e a Polícia Civil também investigam separadamente as causas e responsabilidades pelo acidente. O Ministério Público (MP) acompanha as investigações. A companhia aérea afirmou em nota que o avião que caiu estava apto a voar e sem restrições.

Segundo especialistas ouvidos pela reportagem que viram vídeos do momento em que o avião caiu, entre as hipóteses para explicar o acidente está a possibilidade de que as asas da aeronave tenham ficado cobertas por gelo durante o voo, causando instabilidade e a queda.

Com informações do g1.

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