Vítima de tentativa de assalto no dia 23, na Avenida Brasil, altura da Vila do João, Zona Norte do Rio, a deputada Giselle Monteiro (PL) oficiou a Secretaria de Estado da Polícia Militar e as companhias municipais de Engenharia de Tráfego (CET-Rio) e de Energia e Iluminação (RioLuz) para que aumentem o policiamento na região e ajudem a identificar os criminosos. O comunicado foi feito através de suas redes sociais.
“Diante dos crimes e da desconfiança de que o mesmo bando responsável pelo atentado que sofri ainda está agindo na Avenida Brasil, causando pânico na população, fizemos ofícios à Polícia Militar do Rio para aumento no policiamento, à Companhia de Engenharia de Tráfego do Rio de Janeiro (CET-Rio) e a Companhia de Municipal de Energia e Iluminação (RioLuz) para auxiliar na identificação do veículo e dos criminosos”, esclarece.
No ofício encaminhado à PM, a deputada lembra que no dia seguinte à tentativa de assalto que sofreu, houve um confronto na região onde nove pessoas foram baleadas e duas ficaram gravemente feridas, assim como um grupo de médicos foram alvejados enquanto retornavam de um culto religioso também na Avenida Brasil.
Irmã do youtuber e ex-vereador Gabriel Monteiro – preso desde o ano passado em Bangu 8, acusado de estuprar uma estudante de 23 anos -, a deputada já havia usado suas redes para contar sua saga. Segunda ela, homens fortemente armados deram uma fechada em seu carro para obrigá-la a parar.
Em seguida, teriam saído do carro e começaram a bater nas laterais e janelas com submetralhadoras. Na publicação, a deputada inseriu imagens com uma marca de tiro no vidro do carona. Giselle diz que vem brigando por uma solução para a reduzir a violência no estado.
“A criminalidade nas vias expressas da cidade deve ser enfrentada com muito rigor. Não aceitamos que bandidos fortemente armados façam assaltos, arrastões e tiroteios, prejudicando o direito de ir e vir dos cidadãos e de pessoas que precisam circular por essas vias. Precisam dar uma atenção especial a essa situação, não basta apenas termos a sensação de segurança, ela precisa ser realidade no nosso estado”, argumenta.





