O PT está pronto para uma reação vigorosa caso o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, avance com a proposta de estabelecer um teto de gastos para saúde, educação e benefícios previdenciários.
Segundo informações apuradas pela jornalista Adriana Fernandes, o Ministério da Fazenda está considerando uma modificação nas normas orçamentárias relacionadas à saúde e educação, com o objetivo de alinhar o aumento dessas despesas aos princípios do arcabouço fiscal, que limita o crescimento total dos gastos federais a 2,5% ao ano, ajustado pela inflação.
Segundo Guilherme Amado, no Metrópoles, nos bastidores do PT e na bancada da Câmara, a memória é a de que a promessa feita durante a criação do arcabouço fiscal era não alterar esses compromissos, nem mexer nos benefícios da Previdência.
A Fazenda está considerando alterações nas regras de gastos com auxílio por incapacidade temporária, que poderiam ser desvinculados do salário mínimo.
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