Polícia identifica homem que agrediu advogada irmã de Cristiano Zanin e laudo constata escoriações na perna

A polícia identificou hoje (18) um morador de Perdizes, bairro de classe média da zona oeste de São Paulo, como o agressor da advogada Carolina Zanin, de 42 anos, atacada na porta de casa na tarde de segunda-feira. A vítima, que é irmã do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, foi até a…

A polícia identificou hoje (18) um morador de Perdizes, bairro de classe média da zona oeste de São Paulo, como o agressor da advogada Carolina Zanin, de 42 anos, atacada na porta de casa na tarde de segunda-feira. A vítima, que é irmã do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin, foi até a delegacia, na tarde desta quarta-feira (18), para fazer o reconhecimento.

O homem foi identificado como Rogério Cardoso Júnior, representante comercial de 64 anos. Ele mora a poucos metros de onde ocorreu a agressão. A Polícia Civil disse que o suspeito foi localizado graças ao trabalho de investigação, mas não deu mais detalhes sobre o caso.

O laudo médico de Caroline Zanin apontou “escoriações na região lateral da perna direita”.

As lesões corporais foram consideradas “leves”. Caroline registrou um boletim de ocorrência por lesão corporal e ato de abuso a animais.

Um dos animais apresentou lesão na unha e na pata e teve sangramento no local, segundo laudo. O laudo não apontou luxação nos ossos da cachorra.

A agressão aconteceu quando a advogada chegava à entrada do prédio em que mora depois de levar seus dois cães, da raça corgi, para passear. Imagens do circuito interno de segurança do edifício registraram o momento em que um homem se aproxima e chuta Carolina e os cachorros.

A advogada disse ao Metrópoles que não conhece o agressor e que não sabe se o ataque ocorreu por motivação política. Para a polícia, a principal hipótese é de que o homem tenha se irritado com os cachorros.

“Vou representar, sim. Como advogada, não posso ficar inerte”, disse Carolina, antes de saber que o homem havia sido identificado. “Isso [a violência] não pode acontecer jamais”, afirmou.

O caso foi registrado pelo 23º Distrito Policial de São Paulo, em Perdizes.

Com informações do Metrópoles.

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