Petroleiros pedem investigação nos contratos assinados nos últimos 7 anos

A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) está pedindo à Petrobras que faça uma “devassa” nos contratos assinados pela estatal nos últimos sete anos — período entre o impeachment de Dilma Rousseff e o fim do governo Jair Bolsonaro. De acordo com informações de Guilherme Amado, no Metrópoles, os petroleiros citam a venda da Refinaria Landulpho Alves (Rlam) ao…

A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) está pedindo à Petrobras que faça uma “devassa” nos contratos assinados pela estatal nos últimos sete anos — período entre o impeachment de Dilma Rousseff e o fim do governo Jair Bolsonaro.

De acordo com informações de Guilherme Amado, no Metrópoles, os petroleiros citam a venda da Refinaria Landulpho Alves (Rlam) ao grupo árabe Mubadala Capital, de Abu Dhabi, dos Emirados Árabes Unidos.

A venda ocorreu um mês após a chegada ao Brasil das joias que seriam para Michelle Bolsonaro e, por isso, é qualificada como “suspeita” pela FNP.

“Há muitas negociações suspeitas, com casos escandalosos de venda do patrimônio da Petrobrás a preço vil”, afirma a advogada da FNP, Raquel Sousa, em nota dos petroleiros.

A categoria pede a investigação da venda de ativos. São citadas a venda da Petroquímica Suape, em Pernambuco, da BR Distribuidora, Transportadora Associada de Gás (TAG) e da Nova Transportadora do Sudeste (NTS) como contratos que deveriam ser apurados.

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