O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (MPF-RJ) apresentou denúncia, nesta sexta-feira (27), contra quatro pessoas suspeitas de praticarem obstrução à Justiça e integrarem organização criminosa. O principal alvo é Deivis Marcon Antunes, ex-presidente do Rioprevidência, órgão responsável pela previdência dos servidores estaduais do Rio.
Entenda a acusação
Segundo o MPF, Deivis teria ordenado o desligamento das câmeras de segurança do prédio onde reside para facilitar a retirada de pastas e malas do local, dificultando o trabalho da Polícia Federal. As investigações originais apuram possíveis irregularidades em um investimento de R$ 970 milhões feito pelo instituto no Banco Master.
Os outros denunciados e suas funções
De acordo com a denúncia, houve uma divisão coordenada de tarefas entre os envolvidos:
- Rodrigo Schmitz (Empresário): Acusado de transportar objetos para outro apartamento no mesmo edifício a pedido do ex-presidente.
- Bruno Elias Hins: Responsável pela empresa de segurança do condomínio.
- Aroldo Morais Elliot (Motorista): Teria levado um veículo Porsche de Deivis para o estado de Santa Catarina.
Pedidos do MPF
Segundo o site G1, além da condenação dos quatro envolvidos pelos crimes citados, o Ministério Público Federal solicita: pagamento de indenização mínima de R$ 660 mil e perda de bens e valores relacionados ao esquema.





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