A mídia estatal do Irã confirmou neste sábado (28) a morte do líder supremo Ali Khamenei, após bombardeios realizados em ataques conjuntos dos Estados Unidos e de Israel. A informação foi divulgada inicialmente por agências oficiais iranianas e repercutida por veículos internacionais.
Khamenei governou o país por quase quatro décadas, exercendo poder absoluto sobre o sistema político e religioso iraniano. Durante seu período no comando, consolidou a influência regional do Irã, mas também foi acusado por opositores e organizações internacionais de reprimir duramente adversários internos.
Trump diz que líder iraniano não conseguiu escapar
O presidente americano Donald Trump afirmou que o líder supremo iraniano foi localizado graças a sistemas de inteligência e rastreamento coordenados entre Washington e Tel Aviv. Segundo ele, não houve possibilidade de fuga.
“Khamenei, uma das pessoas mais malignas da História, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e para pessoas de muitos países ao redor do mundo que foram mortas ou mutiladas por Khamenei e seu bando de capangas sanguinários”, escreveu Trump em uma rede social.
Ofensivas militares devem continuar
O presidente dos Estados Unidos também indicou que novas ofensivas podem ocorrer nos próximos dias. Segundo ele, a operação militar tem como objetivo desmantelar estruturas estratégicas ligadas ao regime iraniano.
Ainda não há confirmação oficial sobre quem assumirá o comando político-religioso do país, nem detalhes sobre a extensão dos danos causados pelos ataques. Analistas internacionais avaliam que a morte do líder supremo pode provocar forte instabilidade no Oriente Médio e reconfigurar alianças regionais.





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