Mulheres, pretos, ativistas sociais: ministério de Lula abre as portas à diversidade

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou nesta quinta-feira 16 novos ministros que vão fazer parte do seu futuro governo, que toma posse em 1º de janeiro de 2023. Lula afirmou que alguns nomes ainda não serão anunciados hoje. Na lista estão mulheres, pretos, ativistas sociais, militantes das causas populares — caracterizando a…

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou nesta quinta-feira 16 novos ministros que vão fazer parte do seu futuro governo, que toma posse em 1º de janeiro de 2023. Lula afirmou que alguns nomes ainda não serão anunciados hoje.

Na lista estão mulheres, pretos, ativistas sociais, militantes das causas populares — caracterizando a formação de um governo que respeitará a ampla diversidade do povo brasileiro.

Lula disse que ainda resta anunciar 13 ministros. Com isso, são 34 ministérios.

Os ministros anunciados por Lula hoje são:

  • Relações Institucionais: Alexandre Padilha
  • Secretaria-Geral: Márcio Macedo
  • Advocacia-Geral da União: Jorge Messias
  • Ministério da Saúde: Nisia Trindade
  • Ministério da Educação: Camilo Santana
  • Ministério da Gestão: Esther Dweck
  • Ministério dos Portos e Aeroportos: Márcio França
  • Ministério da Ciência e Tecnologia: Luciana Santos
  • Ministério da Mulher: Cida Gonçalves
  • Ministério do Desenvolvimento Social: Wellington Dias
  • Ministério da Cultura: Margareth Menezes
  • Ministério do Trabalho: Luiz Marinho
  • Ministério da Igualdade Racial: Anielle Franco
  • Ministério dos Direitos Humanos: Silvio Almeida
  • Ministério da Indústria e Comércio: Geraldo Alckmin
  • Controladoria-Geral da União: Vinícius Carvalho

Lula já havia anunciado outros ministros:

  • Fernando Haddad – Fazenda
  • Flávio Dino – Justiça
  • Rui Costa – Casa Civil
  • José Múcio Monteiro – Defesa
  • Mauro Vieira – Relações Exteriores
  • Flávio Dino – Justiça 

— Vamos ver se na segunda ou terça-feira a gente termina de anunciar os ministérios — disse o presidente, afirmando que os gastos não sofrerão aumentos: — Vamos aumentar o número de ministérios, mas não vamos aumentar os gastos. A quantidade de gente dos ministérios será no máximo comparado a 2010.

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