O lavajatismo desvairado que foi comandado no Rio de Janeiro pelo juiz Marcelo Bretas impôs uma condenação extra a Luiz Fernando Pezão, vítima inclusive de prisão por acusações nunca comprovadas. Agora livre, ainda assim ele está condenado a não ter o direito de trabalhar e sustentar sua família.
Pezão vive de uma modesta aposentadoria de R$ 5.500, por uma vida de dedicação ao serviço público, mas teve de recusar uma oferta de emprego do governador reeleito, Cláudio Castro, para um cargo para o qual teria muito a contribuir, por causa de um veto do juiz lavajatista que tangencia a crueldade pessoal.
Leia a nota de Lauro Jardim, no Globo online.
Luiz Fernando Pezão foi convidado ontem para integrar o recém-reeleito governo Cláudio Castro.
A proposta foi para que o ex-governador assumisse a presidência do Instituto Rio Metrópole, responsável pelo planejamento da região metropolitana do estado.
Pezão recusou. Por determinação do juiz Marcelo Bretas, ele não pode trabalhar em nenhum órgão ligado ao governo do Rio de Janeiro.





