Depois do muro, homem escala cruz de Cristo para pichar teto de igreja no Rio de Janeiro (Veja o vídeo)

Um homem foi filmado escalando a estátua de Jesus Cristo e pichando o teto e a entrada da Paróquia São Sebastião, localizada na Praia de Olaria, Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio. Funcionários da secretaria e de repartições da igreja viram um homem pichando os muros neste último sábado (8) e acreditam que…

Um homem foi filmado escalando a estátua de Jesus Cristo e pichando o teto e a entrada da Paróquia São Sebastião, localizada na Praia de Olaria, Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio. Funcionários da secretaria e de repartições da igreja viram um homem pichando os muros neste último sábado (8) e acreditam que o homem vandalizou a paróquia na madrugada do mesmo dia.

Os fiéis afirmam que o homem ainda realizou gestos obscenos enquanto se apoiava no crucifixo. O vídeo foi divulgado nesta terça-feira.

“Tenho um coração aflito. Um jovem subiu na parede da paróquia onde temos uma cruz, pisou, fez uma pichação e ainda chutou a cruz. Para nós, é um símbolo do sofrimento de Jesus e nos lembra o preço do amor de Deus. Nós, católicos aqui da nossa paróquia, vamos rezar em desagravo, pedindo perdão por este ato e por esse jovem”, disse padre Marcos Dabkowski, vigário responsável pelo templo atualmente.

De acordo com a secretaria da paróquia, os funcionários já estão providenciando a limpeza da pichação.

O padre disse ainda que irá celebrar missas durante a semana para “reparação do sacrilégio cometido, pela ofensa a Jesus Cristo crucificado”.

Um paroquiano da igreja, que não quis se identificar, contou sobre as dificuldades para manter a estrutura do centro religioso e que se sentiu desrespeitado.

“Nossa comunidade paroquial é muito humilde, temos muitas dificuldades para manter a igreja. Nossa paróquia é do santo padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, uma referência para nosso bairro. Quando atacam o templo atacam a fé de todos nós fiéis. Muito triste esse desrespeito”, afirma.

Para o fiel, a igreja é um lugar de refúgio e descanso. “É uma extensão da nossa casa. Não é justo fazerem isso. É uma agressão gratuita a coletividade religiosa dos que participam ali na paróquia”, lamenta.

A delegada Rita Salim pediu para que o pároco compareça à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) para que seja aberto uma investigação sobre o caso.

Com informações do G1.

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