247– A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) pode assumir a presidência do Banco do Brics, grupo de países que reúne Brasil, China, Rússia, Índia e África do Sul. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, negocia a renúncia de Marcos Troyjo, presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), do Brics.
Marcos Troyjo é crítico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Também foi comentarista da Jovem Pan, e chegou a se referir ao petista como “presidiário” em participações na rádio. O Banco do Brics conta com capital inicial de US$ 50 bilhões e capital autorizado de US$ 100 bilhões.
O presidente Lula pretende indicar Dilma Rousseff para substituir o economista no NBD. O atual governo vê a relação do Brasil com os Brics como uma das prioridades na política externa.
Dilma teria recusado a ideia de assumir o Banco do Brics, porque a sede da instituição fica em Xangai (China).
Um voo direto da cidade ao Brasil dura cerca de 30 horas. Mas a petista teria mudado os planos e aceitado o convite por conta do contexto atual.
A assessoria da ex-presidente diz que ela define as informações sobre sua ida à presidência dos Brics como “meras especulações”.
Brasil, China, Rússia, Índia e África do Sul tem como principal objetivo apoiar projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável, públicos ou privados, nos países do Brics e em outras economias emergentes.
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