A Força Municipal iniciou, neste domingo (29), a expansão do policiamento preventivo e ostensivo no Centro do Rio. A nova área de atuação abrange a Avenida Presidente Vargas, o Campo de Santana, a Central do Brasil e a Cinelândia, regiões definidas com base em análises de manchas criminais e dados estatísticos que indicam maior incidência de roubos e furtos.
A medida faz parte de mais uma etapa da implementação da Divisão de Elite da Guarda Municipal (GM-Rio), que começou a operar no dia 15 de março em outros pontos da cidade, como a Rodoviária do Rio, o Terminal Gentileza, a Estação Leopoldina e a região do Jardim de Alah.

Como os agentes atuam?
As equipes da Força Municipal realizam os patrulhamentos a pé, com apoio de viaturas e motocicletas. Os agentes se organizam em duplas ou trios e seguem planejamento baseado em horários e locais com maior incidência de roubos e furtos.
Quais equipamentos são utilizados?
Os profissionais atuam equipadas com armamento de uso individual obrigatório, como pistolas Glock e câmeras corporais, e também utilizam, no mínimo, dois instrumentos de menor potencial ofensivo. Como:
- Pistolas
- Câmeras corporais
- Tasers (armas de eletrochoque)
- Tonfas e agentes químicos, como espargidores.
Além disso, a operação é monitorada em tempo real pelo Centro de Operações da Prefeitura. Os agentes recebem missões diárias por meio de dispositivos móveis, e mantêm comunicação direta com a central, que também acompanha as ocorrências pelas imagens das câmeras corporais.
Ao todo, outros 19 perímetros devem ser incorporados à atuação da Força Municipal, conforme análises realizadas nas reuniões do CompStat Rio.





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