EUA pressionam pela saída de Díaz-Canel em negociações com Cuba

A saída do líder cubano é vista por Washington como necessária para destravar novos acordos

O governo dos Estados Unidos está pressionando pela renúncia do presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, como peça-chave nas negociações bilaterais em curso. Segundo reportagem do The New York Times publicada nesta segunda-feira (16), a saída do líder é vista por Washington como necessária para destravar novos acordos.

Diferentemente de abordagens anteriores, os EUA não exigem, neste momento, o fim do regime comunista ou sanções contra a família Castro. A proposta foi apresentada como um facilitador de diálogo, evitando o tom de ameaça adotado contra a Venezuela. Negociadores da ilha admitem desgastes na gestão Díaz-Canel, mas buscam uma transição que não aparente ser uma imposição direta de Washington.

Declarações de Donald Trump
Em coletiva na Casa Branca, o presidente Donald Trump elevou o tom, chamando Cuba de “nação falida” e mencionando uma possível intervenção. “Eu realmente acho que seria uma honra para mim tomar Cuba. Posso libertá-la ou conquistá-la”, afirmou.

Crise Energética
A pressão ocorre em um momento crítico para a ilha. Sob forte bloqueio americano que impede a entrada de petróleo, o governo cubano declarou colapso energético nesta segunda-feira, admitindo a incapacidade de garantir eletricidade básica à população.

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