Em novo vídeo, Bolsonaro caminha pelo hospital, em Brasília, ajudado por Michelle

Ex-presidente está internado no Hospital DF Star, em Brasília, após passar por cirurgia de 12 horas

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) postou um novo vídeo, na tarde desta terça-feira (15/4), em que aparece caminhando nos corredores da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, ao lado da esposa Michelle Bolsonaro. O ex-presidente passou por uma cirurgia no domingo (13/4) e se recupera na unidade.

Veja o vídeo:

A opoeração foi para corrigir complicações abdominais. No vídeo, o ex-presidente é visto com uma cinta na região do abdômen e caminha sem muletas, mas com o braço direito apoiado em Michelle.

De acordo com boletim médico divulgado também nesta terça, o quadro de saúde de Bolsonaro mantém estabilidade clínica, sem dor, sangramentos ou outras intercorrências.

Ainda segundo a equipe médica chefiada pelo dr. Cláudio Birolin, o ex-presidente se submete a fisioterapias motora, com deambulação (pequenas caminhadas), e respiratória. Continua a recomendação de não receber visitas e também não há previsão de alta da UTI.

Saiba mais sobre a cirurgia

A cirurgia de domingo durou cerca de 12 horas e teve como objetivo remover aderências intestinais – conhecidas como bridas –, além de reconstruir parte da parede abdominal. Essas alterações costumam surgir após cirurgias anteriores e podem provocar dores, obstruções e outros desconfortos.

Nesta terça, Bolsonaro escreveu nas redes sociais que as primeiras 48 horas após a cirurgia são “fundamentais para avaliar nossa recuperação”. Ele agradeceu aos apoiadores e pediu que continuem rezando por sua saúde.

Momento delicado

Bolsonaro classificou o momento como “delicado” e disse compreender a decisão dos médicos e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro de restringir as visitas apenas a familiares durante a internação.

“Agradeço, com muito carinho, aos amigos que estão respeitando esse momento delicado, compreendendo que, por orientação médica, apenas familiares e profissionais de saúde estão autorizados a acompanhar de perto. Isso é essencial para evitar conversas e estímulos que possam causar dilatação e até mesmo descolamento da parede abdominal — riscos que precisam ser evitados com máxima cautela frente ao enfrentado na sala de cirurgia”, escreveu.

Com informações do portal Metrópoles

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