Em afronta ao STF, Bolsonaro estuda renomear amigo para a direção da PF

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) estuda tomar duas medidas que vão escalar a crise política de seu governo, evidenciada pela sua participação neste domingo (3) em um ato contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal.A primeira é fazer uma nova nomeação do delegado Alexandre Ramagem para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal.…

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) estuda tomar duas medidas que vão escalar a crise política de seu governo, evidenciada pela sua participação neste domingo (3) em um ato contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal.A primeira é fazer uma nova nomeação do delegado Alexandre Ramagem para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal. A segunda, remover do Comando do Exército o general Edson Leal Pujol. A informação é de Igor Gielow, da Folha de São Paulo.

Amigo da família de Bolsonaro, cujos filhos estão sob investigações que ou são feitas, ou passam pela PF, Ramagem teve sua indicação barrada por decisão provisória do ministro do Supremo Alexandre de Moraes, na quinta (30).

Na sexta retrasada (24), o então ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública) deixou o cargo acusando Bolsonaro de querer interferir politicamente na PF, retirando da chefia Maurício Valeixo.

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