Debate em São Paulo tem acenos de Marçal a Bolsonaro; Boulos promete atenção à periferia

Cenário embolado e fim da propaganda eleitoral na TV e no rádio tornam evento importante ponto de contato com eleitor

  • 22h423. Marçal reforça discurso antissistema, e Boulos defende atuação política. Em sua maior chance na TV aberta, Pablo Marçal (PRTB) reforçou seu discurso antissistema. Disse ser o único entre os adversários que não contou com a propaganda no rádio e na TV e que não usou o fundo público eleitoral.”Sou o único candidato que não deve favor para ninguém”, disse ele ao prometer um governo do povo. “Sou um cidadão que está indignado com esse tipo de política”, emendou. Já o psolista Guilherme Boulos afirmou que vai levar emprego para a periferia e criticou a postura antissistema de Marçal. “Quero dialogar com quem perdeu a crença na política e acha que nada vai mudar. Eu te entendo. Tem gente que usa a política para ganhar dinheiro, tem gente que só aparece de 4 em 4 anos. Essa é a nossa diferença, eu tô na luta e não é de hoje. Sou deputado e moro na mesma casa no Campo Limpo”.
  • Cenário embolado e fim da propaganda eleitoral na TV e no rádio tornam evento importante ponto de contato com eleitorhabituais.Em sua versão comportada, Marçal disse ter ouvido a Bíblia e apresentou propostas de mobilidade, como terminar os corredores prometidos por Bruno Covas (PSDB), e de criar empregos na periferia.(Carolina Linhares)Zanone Fraissat/ FolhapressO candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal
  • Boulos faz aposta pesada na periferia para romper estagnação nas pesquisasCom dificuldades para avançar entre eleitores de baixa renda e da periferia de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL) fez uma aposta pesada direcionada a esses grupos.Ao longo dos dois primeiros blocos, o deputado do PSOL repetiu o nome de Marta Suplicy (PT), contando com o recall da ex-prefeita, candidata a vice em sua chapa e de marcas como os CEUs. Fez também uma menção enfática ao presidente Lula (“falei com ele hoje”) para convencer o eleitorado de que a parceria com o governo federal pode favorecer os paulistanos de baixa renda.Boulos ainda escolheu apresentar propostas específicas para bairros mais afastados do centro. Citou o plano de construção de uma ponte no Grajaú, na zona sul, e a implantação de um programa para geração de empregos na periferia.(Bruno Boghossian)Bruno Santos/ Folhapress
  • 22h563.outAlvo dos demais, Nunes diz que acabou a tinta da caneta de tanto anotar as críticasAlvo dos adversários, o prefeito Ricardo Nunes (MDB) disse que acabou a tinta da sua caneta de tanto anotar as críticas às quais queria dar respostas. Em seguida, passou a justificar problemas apontados pelos rivais em diversas áreas.(Carolina Linhares)Compartilhar
  • 22h553.tBoulos e Datena fazem dobradinha sobre queda de impostos e habitaçãoNo segundo bloco, Guilherme Boulos (PSOL) e José Luiz Datena (PSDB) aproveitaram para apresentar propostas sobre queda de impostos, moradia e mobilidade. No bloco anterior, Boulos já tinha feito uma dobradinha com Tabata Amaral (PSB), com críticas à gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB)Boulos disse ter atuado 20 anos no movimento de moradia, mas não mencionou o nome do MTST. O candidato do PSOL também prometeu não aumentar nenhum imposto, afirmando que a prefeitura tem verba em caixa. “O que falta é um prefeito com coragem”, alfinetou.(Carolina Linhares)Compartilhar
  • 22h423.Marçal reforça discurso antissistema, e Boulos defende atuação políticaEm sua maior chance na TV aberta, Pablo Marçal (PRTB) reforçou seu discurso antissistema. Disse ser o único entre os adversários que não contou com a propaganda no rádio e na TV e que não usou o fundo público eleitoral.”Sou o único candidato que não deve favor para ninguém”, disse ele ao prometer um governo do povo. “Sou um cidadão que está indignado com esse tipo de política”, emendou. Já o psolista Guilherme Boulos afirmou que vai levar emprego para a periferia e criticou a postura antissistema de Marçal.”Quero dialogar com quem perdeu a crença na política e acha que nada vai mudar. Eu te entendo. Tem gente que usa a política para ganhar dinheiro, tem gente que só aparece de 4 em 4 anos. Essa é a nossa diferença, eu tô na luta e não é de hoje. Sou deputado e moro na mesma casa no Campo Limpo”.

    Com informações da Folha de S. Paulo

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