A Coca-Cola aparece como a bebida não alcoólica mais consumida nas favelas brasileiras, segundo dados do estudo Tracking das Favelas, realizado pela Coca-Cola em parceria com a NÓS, empresa especializada em atuação em comunidades e periferias.
O levantamento, realizado em abril deste ano, mostra que cerca de 70% dos entrevistados afirmaram comprar produtos da marca. O índice também se reflete no nível de recomendação da bebida entre moradores dessas regiões.
Além da liderança da Coca-Cola, a pesquisa identificou forte presença de outras marcas do segmento de refrigerantes, como Fanta, Pepsi e Guaraná Antarctica, que registraram índices de compra variando entre 52% e 59%.
Pesquisa mostra força das marcas nas comunidades
O estudo ouviu 800 moradores de favelas em diferentes regiões do Brasil. A coleta de dados foi realizada com usuários previamente cadastrados e segmentados por critérios como classe social, gênero, faixa etária e local de residência.
Segundo a pesquisa, a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais. O levantamento buscou entender hábitos de consumo, preferências de marcas e a relação dos moradores das periferias com produtos presentes no dia a dia.
Entre os atributos mais associados à Coca-Cola pelos entrevistados estão expressões como “é para todos”, “fácil de encontrar” e “facilita minha vida”, reforçando a presença consolidada da marca nas comunidades.
Diferenças de consumo aparecem entre homens e mulheres
O estudo também apontou diferenças no comportamento de consumo entre os gêneros. Entre as mulheres, o consumo de Coca-Cola e Fanta aparece com maior destaque.
Já entre os homens, o consumo se mostrou mais distribuído entre Fanta, Pepsi e Guaraná Antarctica, indicando uma divisão mais equilibrada de preferência entre as marcas avaliadas.
Os dados reforçam a relevância do mercado das periferias para grandes empresas do setor de bebidas, especialmente em um cenário de forte presença das marcas no cotidiano das comunidades brasileiras.
Empresa especializada atua há 14 anos em periferias
A NÓS, responsável pelo levantamento, atua há 14 anos no desenvolvimento de estratégias voltadas para comunidades e periferias brasileiras.
A empresa trabalha com mídia, inteligência de dados, ativações de marca e soluções em inteligência artificial para conectar empresas ao público das favelas.
O estudo faz parte de uma série de análises sobre comportamento de consumo e tendências econômicas nas comunidades do país.





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