O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, exonerou nesta quinta-feira (1) o secretário especial de Atenção Comunitária, Chiquinho Brazão, que é deputado federal e irmão de Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio (TCE-RJ) e suspeito de ser o mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco.
A exoneração foi publicada no Diário Oficial do município e, segundo a assessoria de Paes, atendeu a um pedido do próprio Chiquinho, que pretende mudar de partido. Ele deve deixar o União Brasil, que integra a base do prefeito, e se filiar ao Republicanos, legenda do ex-prefeito Marcelo Crivella.
Domingos Brazão foi apontado pelo ex-policial militar Ronnie Lessa, acusado de executar Marielle e seu motorista Anderson Gomes em março de 2018, como o mandante do crime. A revelação foi feita em uma delação premiada de Lessa, que ainda não homologada.
Domingos Brazão negou qualquer participação no assassinato de Marielle e disse que a PF estava fazendo com que ele “sangrasse”. Ele afirmou que era vítima de uma “armação” e que tinha interesse em esclarecer os fatos.





