Na manhã desta quarta-feira (29), um carro da Prefeitura do Rio de Janeiro afundou no deque de madeira do Aterro do Flamengo durante uma perseguição. Moradores da região relataram que o deque está em reforma há algum tempo, atendendo a uma antiga reivindicação da comunidade. No entanto, muitas ripas de madeira soltas continuam oferecendo riscos aos transeuntes.
Bebel Franklin, presidente da Associação de Moradores e Amigos do Flamengo (Amafla), destacou que veículos não deveriam circular pelo deque. “A gente vive brigando para que tenha reforma, fiscalização no parque, que tenha Guarda Municipal. Os próprios carros das instituições andam pelo deque e não pode. Colocam em risco quem foi passear com carrinho ou bicicleta infantil”, afirmou.

Apesar da proibição de circulação de veículos, sinalizada por placas no local, é comum ver carros de órgãos públicos transitando pelo espaço. “Isso põe em risco o servidor e as pessoas que passam. O problema é por mau uso e falta de fiscalização”, disse Bebel.
O incidente envolveu um carro do programa “Rio em Ordem”. De acordo com a prefeitura, os agentes realizavam um patrulhamento de rotina no Aterro do Flamengo, na altura do posto 3, quando foram abordados por um cidadão que havia tido sua bicicleta roubada. Os agentes iniciaram a perseguição do assaltante, mas foram obrigados a fazer uma manobra em um local inadequado, resultando no afundamento do veículo.
Com informações do g1






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