O Carnaval de Maricá, na Região Metropolitana do Rio, reuniu mais de 690 mil foliões entre os dias 13 e 17 de fevereiro, segundo balanço divulgado pela prefeitura. O número representa aumento de 15% em relação ao ano anterior e confirma o evento como um dos mais movimentados do estado.
Além do crescimento de público, a administração municipal estima que a festa tenha movimentado mais de R$ 350 milhões na economia local, impulsionando setores como turismo, comércio e serviços.
Turismo aquecido e impacto no setor imobiliário
A rede hoteleira registrou ocupação média de 95% durante o período carnavalesco. O aquecimento também foi sentido nas locações por aplicativos, com cerca de 1.550 imóveis alugados, gerando impacto econômico estimado em R$ 11,3 milhões.
O calendário de blocos foi intenso: ao todo, 76 agremiações desfilaram pelas ruas da cidade. O destaque foi o tradicional Tromba Nervosa, que reuniu mais de 80 mil pessoas na Orla de Itaipuaçu, enquanto o Bloco da Gabriela levou cerca de 40 mil foliões ao Centro.
Movimento nas estradas cresce no feriado
O fluxo de veículos rumo à Região dos Lagos também aumentou no período. A concessionária ViaLagos informou que 380.274 veículos passaram pela RJ-124 entre 13 e 23 de fevereiro, durante a operação especial de Carnaval.
Segundo a empresa, o maior movimento em direção ao litoral ocorreu no sábado (14), enquanto o retorno à capital teve pico na Quarta-feira de Cinzas (18).
Operação especial reforça segurança e prevenção
Para dar conta da demanda, a concessionária mobilizou equipes extras, viaturas de inspeção, guinchos e ambulâncias, além de ampliar o monitoramento em pontos estratégicos da rodovia. A fiscalização também contou com reforço da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e do CProeis.
De acordo com a empresa, campanhas educativas foram realizadas durante o feriado para orientar motoristas sobre direção segura e respeito às normas de trânsito.
A gerente de Operações da ViaLagos, Glaucia Guimarães, destacou que o resultado positivo da operação reflete o planejamento adotado. Segundo ela, a ausência de acidentes fatais no período demonstra que “investir em prevenção, tecnologia e atuação integrada das equipes é o caminho para uma mobilidade cada vez mais segura e eficiente”.





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