Biden omite conflito entre Israel e Hezbollah em seu último discurso na ONU e pede fim da guerra em Gaza

O presidente americano se mostrou otimista sobre a resolução de conflitos globais, mesmo diante de desafios

Em seu último discurso na Assembleia Geral da ONU, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, não fez menção ao conflito entre Israel e Hezbollah no Líbano, concentrando seu apelo no fim imediato da guerra em Gaza.

Apesar de ser um dos principais aliados de Israel, Biden destacou os horrores que se seguiram ao ataque do Hamas em outubro de 2023, que resultou na morte de mais de mil israelenses e no sequestro de centenas de civis, mas evitou citações diretas ao governo israelense.

Biden, que anunciou que esse seria seu último discurso no evento, também pediu mais apoio à Ucrânia em sua guerra contra a Rússia. Em tom de despedida e retrospectiva, o presidente americano se mostrou otimista sobre a resolução de conflitos globais, mesmo diante de desafios, e afirmou que “o mundo não pode recuar” diante dos horrores vistos em Gaza.

Ele ainda fez um apelo pelo fim do sofrimento dos reféns e civis em Gaza, afirmando que “os inocentes estão passando por um inferno”. Apesar da menção à Faixa de Gaza, Biden evitou comentários sobre o conflito crescente entre Israel e o grupo Hezbollah no Líbano, ressaltando, ao longo de seu discurso, a importância da paz e da mobilização internacional.

No início de sua fala, Biden saudou a presença de Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Nacional Palestina, e destacou a necessidade de diálogo para a solução de conflitos no Oriente Médio.

Com informações do g1

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